
O CEO do Google, Sundar Pichai, se reuniu com o primeiro-ministro polonês Donald Tusk no Google for Startups Campus em Varsóvia, Polônia, em 13 de fevereiro de 2025, onde discutiu as recentes decisões judiciais em torno da empresa.
Após a divulgação de uma decisão judicial importante, as ações da Alphabet subiram 8% nas negociações após o expediente, refletindo a visão otimista dos investidores sobre as consequências do julgamento antitruste de 2024. A decisão do juiz distrital dos EUA, Amit Mehta, aliviou os ânimos ao descartar as penalidades mais severas que poderiam ter sido impostas pelo Departamento de Justiça.
No ano passado, o Google foi considerado culpado por manter um monopólio ilegal no mercado de busca na internet. A corte decidiu que a empresa não seria obrigada a vender seu navegador Chrome, uma ferramenta crucial que fornece dados para a publicidade direcionada da companhia. "Google não precisará vender o Chrome; nem o tribunal incluirá a venda contingente do sistema operacional Android no julgamento final", afirmaram os juízes.
O juiz Mehta, que supervisionou o julgamento das sanções em maio, ordenou que as partes se reunissem até 10 de setembro para discutir o julgamento final. A corte reconheceu que a venda do Chrome e do Android iria além do foco do caso sobre a distribuição de buscas e poderia prejudicar consumidores e parceiros, conforme mencionado em um comunicado do Google.
"Agora o tribunal impôs limites sobre como distribuímos os serviços do Google e exigirá que compartilhemos dados de pesquisa com concorrentes", informou a empresa em um post em seu blog. A companhia expressou preocupações sobre como essas novas exigências afetariam a privacidade dos usuários e afirmou que está analisando a decisão com cuidado.
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