
A chuva de meteoros Leonídeos, conhecida por seus espetáculos celestiais impressionantes em anos anteriores, terá seu pico na madrugada de sábado, 18 de novembro, com expectativas de uma exibição mais modesta em 2023. Apesar das lembranças de eventos históricos onde milhares de meteoros cortaram o céu por hora, como nos anos de 1799, 1833, 1966 e mais recentemente entre 1999 e 2002, a Organização Internacional de Meteoros (IMO) prevê taxas máximas de 15 meteoros por hora para este ano.
O cometa Tempel-Tuttle, responsável pela chuva ao deixar rastros de detritos em sua órbita a cada 33,3 anos, passou pelo ponto mais distante do sol em 2016 e está em curso de retorno, o que poderá melhorar as exibições nos próximos anos, especialmente em 2034 e 2035, com previsões de centenas de meteoros por hora.
A observação dos Leonídeos em 2023 será facilitada pela fase crescente da lua que se põe cedo, eliminando qualquer interferência luminosa. A melhor visibilidade será após a meia-noite, quando a constelação de Leão, de onde os meteoros parecem emanar, estará bem posicionada no céu. Velocidades de até 72 km/s produzem meteoros brilhantes, com possíveis trilhas luminosas, mas as expectativas de bolas de fogo espetaculares são baixas para este ano.
Para os entusiastas da astronomia que não querem aguardar a melhora dos Leonídeos, a chuva de meteoros Geminídeos em dezembro promete ser mais prolífica, com mais de 100 meteoros por hora. Para aqueles interessados em observar ou fotografar os eventos, há recomendações de telescópios, binóculos e equipamentos para astrofotografia disponíveis em guias especializados.
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